domingo, 18 de julho de 2010

FELIZ: ESTOU CLASSIFICADA NO FESTIVAL DE VARGINHA.

CAROS AMIGOS: SAIU A CLASSIFICAÇÃO GERAL DO FESTIVAL DE VARGINHA. ESTOU ENTRE OS VINTE CLASSIFICADOS! PARABÉNS A TODOS OS POETAS!
AQUI ESTÁ A CLASSIFICAÇÃO GERAL:

Poetas Classificados para o Fest Poesia 2010

Obra: Faces
Pseudônimo: Ana Lúcia Aguiar
Autor: Luciane Madrid César
Intérprete: Walace Rocha
Varginha-MG

Obra: A Santa
Pseudônimo: Boneca de Sabugo
Autor: Reginaldo Costa de Albuquerque
Intérprete: Aguarda Intérprete da comissão organizadora
Campo Grande – MS

Obra: O Centauro e a Fêmea
Pseudônimo: Sophia
Autor: Kátia Pino
Intérprete: Kátia Pino
Rio de Janeiro - RJ


Obra: Paletó de Carícias
Pseudônimo: Francisco Espúrio
Autor: Adriano Alcantra
Intérprete: Adriano Alcantra
Passos-MG

Obra: Assim Como me Vés
Pseudônimo: Clara
Autor: Maria Valéria Revoredo
Intérprete: Aguarda Intérprete da Comissão organizadora
São Paulo SP

Obra: Depois Que Eles Crescem
Pseudônimo: Laede Santos
Autor: Fátima Soares Rodrigues
Intérprete: Fátima Soares Rodrigues
Belo Horizonte-MG

Obra: Sensualidade Aflorada
Pseudônimo: Peter Pan
Autor: Márcia Regina de Araújo Duarte
Intérprete: Márcia Regina de Araújo Duarte
Rio de Janeiro RJ

Obra: Mito
Pseudônimo: Capitu
Autor: Amélia Marcionila Raposo da Luz
Intérprete: Aguarda Intérprete da Comissão organizadora
Pirapetinga-Minas Gerais

Obra: Na Contramão
Pseudônimo: Stella Della Terra
Autor: Nathalia da Cruz Wigg
Intérprete: Nathalia da Cruz Wigg
Rio de Janeiro – RJ

Obra: O Último dos Cânticos
Pseudônimo: Kifier
Autor: Éder Rodrigues
Intérprete: Éder Rodrigues
Belo Horizonte-MG

Obra: Abra-te Sésamo
Pseudônimo: Landcaster
Nome do Autor: Leandro Lourenço de Almeida
Intérprete: Jeferson Luiz do Prado
Varginha-MG

Obra: Labirinto Interior
Pseudônimo: Flor Bella
Nome do Autor: Relva do Egypto Rezende Silveira
Intérprete: Relva do Egypto Rezende Silveira
Belo Horizonte-MG

Obra: Acordes da Alma
Pseudônimo: Habitante do Cosmos
Nome do Autor: Vanessa Ferreira Costa
Intérprete: Vanessa Ferreira Costa
Varginha-MG

Obra: O Apito do Trem
Pseudônimo: Poeta do Uni-Verso
Nome do Autor: Julinho Terra
Intérprete: Julinho Terra
Rio de Janeiro-RJ

Obra: Cinzas
Pseudônimo: Marcelo Baco
Nome do Autor: Marcelo Bafica Coelho
Intérprete: Aguarda Intérprete da Comissão organizadora
Rio de Janeiro-RJ

Obra: A Litifundiária
Pseudônimo: Pampã
Nome do Autor: Gonzaga Medeiros
Intérprete: Gonzaga Medeiros
Belo Horizonte -MG

Obra: Poema Transgênico
Pseudônimo: Ã Ora Dêixis
Nome do Autor: Claudionor Aparecido Ritondale
Intérprete: Aguarda definição do autor
São Paulo -SP

Obra: Lâmpadas
Pseudônimo: Lux Lumen
Nome do Autor: Roque Aloisio Weschenfelder
Intérprete: Aguarda definição do autor
Santa Rosa - RS

Obra: O Vaso de Murano
Pseudônimo: Alves de Melo
Nome do Autor: Augusto Sérgio Bastos
Intérprete: Aguarda Intérprete da Comissão organizadora
Rio de Janeiro-RJ

Obra: Vertigem
Pseudônimo: Cronos
Nome do Autor: André Luiz Alves Caldas Amóra
Intérprete: Aguarda definição do Autor
Rio de Janeiro-RJ




Poetas Suplentes:

Obra: Amor Revolucionário
Pseudônimo: Amador
Nome do Autor: Guilherme Pereira Claudino
Intérprete: Aguarda Intérprete da Comissão organizadora
São João Del Rey-MG

Obra: A Tia Louca
Pseudônimo: Adma
Nome do Autor: Luciana Dias Duarte Falcão
Intérprete: Aguarda definição da Autora
Baurú-SP

Obra: Plasticidade
Pseudônimo: ET de Sainha
Nome do Autor: Maria Apparecida S. Coquemala
Intérprete: Aguarda Intérprete da comissão organizadora
Itararé-SP


A TODOS OS POETAS: BOA SORTE!




quarta-feira, 14 de julho de 2010

REINAUGURAÇÃO DA BIBLIOTECA POPULAR DE PAQUETÁ.
















DIA 17/07, A PARTIR DAS 13 HORAS, TEREMOS AQUI, EM PAQUETÁ, A REINAUGURAÇÃO DE NOSSA BIBLIOTECA. VAMOS COMEMORAR JUNTOS, EM NOVO ENDEREÇO: RUA ADELAIDE ALAMBARI, 41.









domingo, 11 de julho de 2010

CRÔNICAS DOS TRINTA

A fábula de um atalho



Andava por um caminho que, mesmo um pouco tortuoso e com alguns empecilhos, já me era conhecido. Pelo tédio que me tomou um dia, peguei um pequeno atalho, o qual havia visto e, que por falta de coragem não me atrevia a explorar.
Comecei a trilhá-lo bem devagar, temerosa! Afastava-me do meu tão conhecido caminho, daquele que apesar de não muito firme, havia me embalado em seus braços tão mornos e amorosos.
O atalho agora me atraíra, de repente, sem menos nem mais nada. Por que me atrevera ao primeiro passo? Sei que não devia, que nada encontraria ali; ou, quem sabe, talvez encontrasse, mas não correspondesse a mim?
À medida que caminhava o atalho me revelava uma tarde de verão afogueada! Sim, ele começou a cativar-me e arrisquei mais uns passos, sentindo a ansiedade tomar conta de mim. Senti aromas doces, silvestres e fui tentada a continuar. Só que o perigo se aproximava e disto eu tinha consciência, mas não desistia. Queria desvendá-lo ou desvendar a mim?
Procurava conhecê-lo profundamente e conquistá-lo. E, ao percorrê-lo, um verde claro me envolveu; as árvores de sua margem me arrebataram e mostraram a parte cândida deste atalho. Ele era versátil, capaz de surpreender-me totalmente e fazer-me querer segui-lo para sempre. Neste momento a ansiedade cresceu, assumindo a minha própria forma e parei! Olhei para mim, olhei para ele e, apesar de tanta coisa em comum, vi que este não era o meu caminho real: era apenas um atalho de sonhos que eu não deveria trilhar.
Voltei! Voltei com a sensação do não-conquistado, do inacabado. Lembrei-me do seu indecifrável final. Ou teria sido começo?

quinta-feira, 8 de julho de 2010

SOU MULHER - Poesia Intrometida - na faixa dos 30.

DESCOBERTAS




Pessoas são complicadas;
de coisas simples fazem tempestade.
Há tesão,
atração,
“lance” de pele.
E, então, mergulham fundo, “de cabeça”.
Daí a coisa muda, por causas coerentemente naturais.
O tesão fica mais forte,
a atração vira carinho, compreensão.
O que era pele,
agora toma tudo: músculos, ossos, circulação.
Aí assusta...
A palavra fica no ar;
o gesto, suspenso.
É mais fácil ir pra cama, ter orgasmo.
Fugir, pelo êxtase, daquilo difícil de dizer.